quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Banho de mar

Há uns 150 anos, ninguém ia à praia em Florianópolis. Leia no +D1. A história completa está aqui.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Desplugado

Os temporais ocorridos em Santa Catarina neste início de semana me tiraram da rede. Fiquei segunda e terça-feira sem conexão com a internet aqui em casa, só reestabecida hoje. Novas tecnologias de conexão via rádio estão levando a banda larga a mais gente, mas o preço disso é que os equipamentos parecem mais vulneráveis a esse tipo de imprevisto.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

Vai pedir o sigilo da mãe!

Finalmente a CPI dos Correios mandou prender o pilantra do Marcus Valerius. Mas não se trata do publicitário careca do mensalão. Igualmente cabeça-de-ovo, quem recebeu voz de prisão foi o advogado amazonense Marcus Valerius Pinto Pinheiro de Macedo, por desacato. Suspeito que o sujeito já estava cansado de gozação. Não bastassem as semelhanças com o publicitário picareta, o nome do cidadão dá piada que não acaba mais. O motivo da prisão foi uma resposta ao deputado Geraldo Thadeu (PPS-MG), que propôs a quebra do sigilo bancário, telefônico e fiscal do advogado, da esposa e da irmã: "pede da mãe, então". Chutou o balde e se deu mal.

terça-feira, 17 de janeiro de 2006

Rock na praia

Depois do fiasco no primeiro dia de vendas de ingressos para os shows do U2, a Ruin Music, produtora d'Os The Ruins Brothers, encerrou as conversas com a Accioly Entretenimento. A empresa de Alexandre Accioly é uma das responsáveis pela vinda dos irlandeses ao Brasil para duas apresentações em São Paulo, nos dias 20 e 21 de fevereiro, e estava interessada em promover também a volta d'Os The Ruins, mas a banda não quer saber de amadorismo. E nem do jogador Ronaldo, que pelo visto dá azar. O mais provável é que Os The Ruins Brothers sigam o modelo do show dos Rolling Stones no Rio de Janeiro, marcado para o dia 18 de fevereiro, de graça, na praia de Copacabana. O local e a data não estão definidos. A idéia teria partido de uma conversa entre o vocalista Carlito Ruin e Gisele Bündchen, durante as férias da modelo com a família em Governador Celso Ramos, no litoral catarinense.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2006

Por falar em Educação

Trecho de reportagem escrita pelo amigo jornalista Paulo Henrique de Sousa, publicada no jornal Valor Econômico e no blogue ph ácido, sobre a Teoria dos Jogos:

Robert Aumann (Prêmio Nobel de Economia em 2005, dividido com Thomas Schelling) esteve por aqui em 2002, participando de um seminário patrocinado pela Game Theory Society, da qual era presidente. A professora Ana Maria Bianchi, da FEA-USP, lembra da palestra e de seu estilo altamente didático. Dispensou os recursos audiovisuais disponíveis e pediu um singelo quadro negro. “Tiveram que sair procurando porque era a única coisa que não havia lá”, conta Bianchi.

Enquanto isso, o pessoal da área de Educação das nossas universidades canoniza Paulo Freire e diz que aula expositiva não serve. E são eles que formam os novos professores.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Educação e Ciência

Duas notícias boas foram publicadas hoje no Estadão, nesse país em que nada parece funcionar direito. O governo de São Paulo deu um passo importante para melhorar a educação básica, único caminho possível - estou convencido - para uma sociedade melhor. Cerca 500 escolas (10% da rede pública estadual paulista) passarão a funcionar em tempo integral, das 7 às 16 horas. É uma medida mais importante do que parece à primeira vista, porque tira crianças da rua e tende a oferecer um ensino mais completo, se o projeto for bem executado. Projeto-piloto semelhante anunciado em Santa Catarina ficou pouco além do papel.

Outra novidade vai facilitar a vida de professores e estudantes universitários (pelo menos os que tenham acesso à internet). O Google acaba de lançar a versão brasileira do Scholar, mecanismo de busca na rede especializado em artigos acadêmicos, que passa a disponibilizar também o conteúdo de grandes centros de pesquisa no país, popularizando a ciência. O Google Acadêmico, como é chamado no Brasil, foi criado em 2004 em inglês e já havia recebido versões em chinês, sueco, norueguês, finlandês e dinamarquês.