sábado, 29 de julho de 2006
Repórter de Polícia
O colega Marco Zanfra acaba de lançar o blogue Repórter de Polícia. Com experiência na área, Zanfra publica comentários que ajudam a enriquecer o trabalho dos profissionais dessa área tão específica e pouco valorizada do jornalismo. Já entrou para a lista dos blogues amigos, aí do lado.
segunda-feira, 24 de julho de 2006
Confirmado. Ta lá
Cléia fez hoje o primeiro exame de ultrasson. A criança tem 2,15 cm, mas tá lá. Eu vi. Parece mais com um feijão do que com gente de verdade, mas já tem cabeça, uns toquinhos de braços e pernas e um coração funcionando a 170 batidas por minuto. Está tudo bem com mãe e filho.
domingo, 23 de julho de 2006
De meninas e novos donos da casa
Antes de tudo um aviso. Corro o risco de virar um daqueles pais chatos que falam só dos filhos, mas como já disse, o blogue é meu e aqui eu escrevo o que eu quero.
Ainda não caiu direito a ficha. Não achávamos que aconteceria tão rápido, depois que abandonamos os métodos contraceptivos em abril. Mas já está ali, se formando, ainda pequeno demais para se parecer com um ser humano. Dois meses de gestação. Confesso que resisti à idéia de ter filhos, por não me sentir capaz de ser pai, em vários aspectos. Mas afinal, quem é? Se tanta gente tem sucesso em condições mais duras, por que eu não conseguiria? Espero aprender. Vou tentar fazer o melhor que puder.
Os possíveis nomes já foram escolhidos.
O de menina agradou todo mundo: Nina.
O de menino é mais polêmico: Xavier.
Nina parece ter origem na palavra italiana ninna, que quer dizer simplesmente menina. É um nome relativamente comum na Alemanha e combina com os sobrenomes Schmitz (da mãe) e da Costa (do pai). A inspiração veio no nome de uma amiga alemã, que mora em Bonn.
Xavier tem origem basca e significaria novo proprietário da casa. Nada mais apropriado, diga-se. A inspiração é antiga, veio de um sobrenome acrescentado voluntariamente por meu avô materno ao próprio nome (não sei a razão, talvez apenas porque achasse bonito). Muita gente estranha, porque no Brasil é mais usado como sobrenome. Mas Xavier se impôs sozinho.
Ainda não caiu direito a ficha. Não achávamos que aconteceria tão rápido, depois que abandonamos os métodos contraceptivos em abril. Mas já está ali, se formando, ainda pequeno demais para se parecer com um ser humano. Dois meses de gestação. Confesso que resisti à idéia de ter filhos, por não me sentir capaz de ser pai, em vários aspectos. Mas afinal, quem é? Se tanta gente tem sucesso em condições mais duras, por que eu não conseguiria? Espero aprender. Vou tentar fazer o melhor que puder.
Os possíveis nomes já foram escolhidos.
O de menina agradou todo mundo: Nina.
O de menino é mais polêmico: Xavier.
Nina parece ter origem na palavra italiana ninna, que quer dizer simplesmente menina. É um nome relativamente comum na Alemanha e combina com os sobrenomes Schmitz (da mãe) e da Costa (do pai). A inspiração veio no nome de uma amiga alemã, que mora em Bonn.
Xavier tem origem basca e significaria novo proprietário da casa. Nada mais apropriado, diga-se. A inspiração é antiga, veio de um sobrenome acrescentado voluntariamente por meu avô materno ao próprio nome (não sei a razão, talvez apenas porque achasse bonito). Muita gente estranha, porque no Brasil é mais usado como sobrenome. Mas Xavier se impôs sozinho.
quinta-feira, 20 de julho de 2006
Estamos grávidos!
Comunico que no início de março deve aportar ao mundo um pequeno herdeiro (ou herdeira) do patrimônio cultural (já que econômico tá difícil) deste que vos blogueia. Sra. Cléia Schmitz, aquela que divide comigo as alegrias, tristezas e despesas de casa, espera um rebento há mais de um mês, soubemos agora.
domingo, 2 de julho de 2006
A Ilha em duas versões
Agora tenho dois textos publicados que tratam do mesmo assunto sob as perspecitivas distintas do jornalismo e da ficção. O AN Capital de hoje traz uma pequena reportagem, resultado de entrevista com dois especialistas em mudanças climáticas, sobre os reais efeitos que o aquecimento global pode ter sobre uma cidade como Florianópolis. A versão ficcional está em A Ilha.
sábado, 1 de julho de 2006
O Globo
Nos próximos dias, começo a publicar reportagens em mais um jornal. Fechei um trabalho de freelancer fixo como correspondente de O Globo em Florianópolis.
sexta-feira, 30 de junho de 2006
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